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	<title>editor | SINTRACOM LONDRINA - Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção e do Mobiliário de Londrina</title>
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	<description>O Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da  Construção e do Mobiliário de Londrina (Sintracom Londrina) ´e uma entidade Sindical de 1º Grau , reconhecido pelo Ministério do Trabalho, Indústria e Comércio em 21 de agosto de 1968, representando todos os trabalhadores das Indústrias da Construção e do Mobiliário que compõe o 3º grupo do Plano da CNTI – Confederação Nacional dos Trabalhadores na Indústria, em 34 municípios da Região do Norte Pioneiro, representando na atualidade cerca de 10 mil trabalhadores, sendo mais de 8 mil filiados. Ele está localizado na  Rua Sergipe, nº 598 (salas 107 e 108), no centro de Londrina.</description>
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	<title>editor | SINTRACOM LONDRINA - Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção e do Mobiliário de Londrina</title>
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		<title>Lute e vote como uma mulher</title>
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		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Mar 2022 13:38:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias Sindicais]]></category>
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					<description><![CDATA[No Brasil, terra de muitos contrastes, apesar de as mulheres serem a maioria da população, ou seja, quase 52% de brasileiras, a representação nos três poderes – Executivo, Legislativo e Judiciário – está longe de contemplar a maioria feminina. No Legislativo, em geral, a mulher representa 15% dos parlamentos municipais, estaduais e nacional. O Judiciário, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" class="alignleft wp-image-6805" src="https://sintracomlondrina.com.br/wp-content/uploads/2022/03/Mulheres-1.png" alt="" width="653" height="464" srcset="https://sintracomlondrina.com.br/wp-content/uploads/2022/03/Mulheres-1.png 908w, https://sintracomlondrina.com.br/wp-content/uploads/2022/03/Mulheres-1-300x213.png 300w, https://sintracomlondrina.com.br/wp-content/uploads/2022/03/Mulheres-1-768x546.png 768w, https://sintracomlondrina.com.br/wp-content/uploads/2022/03/Mulheres-1-400x284.png 400w" sizes="(max-width: 653px) 100vw, 653px" /></p>
<p>No Brasil, terra de muitos contrastes, apesar de as mulheres serem a maioria da população, ou seja, quase 52% de brasileiras, a representação nos três poderes – Executivo, Legislativo e Judiciário – está longe de contemplar a maioria feminina.</p>
<p>No Legislativo, em geral, a mulher representa 15% dos parlamentos municipais, estaduais e nacional. O Judiciário, onde a mulher ocupa espaço estudando e se qualificando para os concursos, apresenta a melhor performance, 38,8%, longe do ideal da igualdade.</p>
<p>É pouco ou quer mais? Pois tem. No Brasil de hoje, 34,4 milhões dos lares são sustentados pelas mulheres, ou seja, quase metade das famílias brasileiras. Isso tudo somado, diminuído, multiplicado e dividido, significa que a mulher tem direito a uma maior representação.</p>
<p>Quando realizamos o primeiro Dia da Mulher Trabalhadora na Construção e no Mobiliário de Londrina e Região, em 2004, resgatamos o fato de que o matriarcado dominou a humanidade até cerca de 10 mil anos atrás, ou seja, até o surgimento das primeiras aldeias.</p>
<p>Naquele momento, avaliando o que acontecia com a Terra, concluímos que o patriarcado se mostrara incompetente pra garantir a sobrevivência da humanidade. Como disse a feminista maior do Brasil, Rose Marie Murato, se não fossem as mulheres, a espécie humana teria sucumbido há muito tempo.</p>
<p>Por essas e por outras, o Sintracom-Londrina, conclama todas as mulheres trabalhadoras nas categorias que representa, a participarem ativamente da política. Seja disputando eleições, seja votando com consciência.</p>
<p>O Sindicato tem feito a parte que lhe cabe, abrindo espaço à participação feminina em sua diretoria. Ainda estamos longe de atingirmos a igualdade entre homens e mulheres, que somente será atingindo se nos dermos as mãos e caminharmos juntos.</p>
<p>Carpinteiro <strong>Denílson Pestana da Costa</strong><br />
Presidente do Sindicato dos Trabalhadores na Construção Civil e no Mobiliário de Londrina e Região.</p>
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		<title>Metade dos reajustes salariais negociados até outubro não repõe a inflação; saiba como isso afetará 2022</title>
		<link>https://sintracomlondrina.com.br/metade-dos-reajustes-salariais-negociados-ate-outubro-nao-repoe-a-inflacao-saiba-como-isso-afetara-2022/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Nov 2021 16:42:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Saiu na Imprensa]]></category>
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					<description><![CDATA[Enfraquecidos pelo alto índice de desemprego e disparada de preços em 2021, trabalhadores perdem poder de compra e podem gerar efeito cascata que ameaça recuperação econômica no pós-pandemia. Por Patrícia Basilio, g1 Com os altos índices de inflação e desemprego no Brasil, 49,8% dos 12.334 reajustes salariais negociados de janeiro a outubro deste ano ficaram [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: helvetica;">Enfraquecidos pelo alto índice de desemprego e disparada de preços em 2021, trabalhadores perdem poder de compra e podem gerar efeito cascata que ameaça recuperação econômica no pós-pandemia.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: helvetica;"><br />
Por Patrícia Basilio, g1</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: helvetica; font-size: 10pt;"><br />
Com os altos índices de inflação e desemprego no Brasil, 49,8% dos 12.334 reajustes salariais negociados de janeiro a outubro deste ano ficaram abaixo do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC). Ou seja, ofereceram menor poder de compra ao trabalhador.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: helvetica; font-size: 10pt;">Além disso, 10% (1.321) dos acordos de reposição inflacionária foram parcelados e pago aos poucos pelos empregadores — um salto de sete vezes (199) em relação ao mesmo período de 2020, informou o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) ao g1 (veja infográficos abaixo).</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: helvetica;">Inflação e desemprego enfraquecem trabalhadores;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: helvetica;">49,8% dos reajustes salariais de janeiro a outubro ficam abaixo da inflação;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: helvetica;">Número de reajustes salariais parcelados por empregadores cresce sete vezes de 2020 a 2021;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: helvetica;">Com menor poder de compra, trabalhadores devem consumir menos em 2022;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: helvetica;">Efeito cascata deve resultar em queda do consumo e, posteriormente, da produção.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><img loading="lazy" src="https://s2.glbimg.com/GgjC4OnFzhrwHpBvvEQ4PpbAkxw=/0x0:1200x1351/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2021/x/e/oLigKaQzKwPYwZQs6qLQ/1711-crise-economica-trabalhov.png" alt="Reajustes salariais no Brasil — Foto: g1" width="604" height="680" /></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: helvetica; font-size: 10pt;">Reajustes salariais no Brasil — Foto: g1</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: helvetica;">A menos de dois meses de 2022, Luis Ribeiro, técnico do Dieese, afirma que os trabalhadores perderam a força em relação aos empregadores nas negociações coletivas deste ano e, por este motivo, foram prejudicados em relação a salário, benefício e plano de carreira.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: helvetica; font-size: 10pt;">&#8220;O cenário é ruim. O fato de a maioria das categorias não estar repondo a inflação vai gerar um efeito cascata em 2022, com queda no poder de compra, no consumo e, consequentemente, na produção&#8221;, analisou Ribeiro.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: helvetica;">Segundo o sociólogo, mesmo que as negociações coletivas de novembro e dezembro gerem resultados positivos aos trabalhadores, o balanço de 2021 será ruim, uma vez que as informações acumuladas até o momento foram negativas. &#8220;Ainda faltam os reajustes dos metalúrgicos, dos petroleiros e dos bancários. Mesmo assim, é difícil que boas negociações revertam os números, disse Ribeiro.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: helvetica; font-size: 10pt;">Na avaliação de Hélio Zylberstajn, professor sênior da Faculdade de Economia da Universidade de São Paulo (USP), o mercado de trabalho atravessou um período de extrema dificuldade por conta da pandemia da Covid-19 e, mesmo com o avanço da vacinação, não conseguiu se recuperar.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: helvetica; font-size: 10pt;">&#8220;O setor que mais perdeu [profissionais ocupados] foi o de hotelaria e alimentação, seguido pelo de serviços domésticos. A cada 5 domésticas, 1 não recuperou a ocupação. Para agravar o cenário, a maior parte delas não tem carteira assinada&#8221;, afirmou o economista, coordenador do Projeto Salariômetro.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><img loading="lazy" src="https://s2.glbimg.com/5flstQ1vm7-o_U26aGjwsUxEHXs=/0x0:1200x2079/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2021/x/T/n34kkbQfulJRL32KYsOA/1711-crise-economica-trabalho.png" alt="Impacto da crise econômica no trabalho — Foto: g1" width="604" height="1047" /></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: helvetica;">Impacto da crise econômica no trabalho — Foto: g1</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: helvetica;">De acordo com Zylberstajn, os índices de ocupação e rendimento são consequência do crescimento econômico. E como o PIB do país recuou 0,1% no 2º trimestre e indica queda de 0,14% no 3º trimestre, as expectativas para os próximos meses são de um &#8220;pequeno&#8221; aumento da ocupação no país, principalmente em áreas cuja remuneração é baixa.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: helvetica; font-size: 10pt;">Os profissionais de baixa qualificação, segundo o professor, foram os mais prejudicados pela crise deste ano porque dependiam da vacinação para voltar ao trabalho presencial, ao contrário dos que atuavam na área administrativa de forma remota, por exemplo. O jogo deve virar no início de 2022.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: helvetica; font-size: 10pt;">&#8220;Como a economia não ganhou fôlego, as pessoas que forem contratadas serão as de menor qualificação. E quando a gente for calcular o rendimento médio do país, ele vai acabar caindo. Isso não é bom para o consumo e, obviamente, não é bom para a economia também&#8221;, disse.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: helvetica;"><br />
Fonte: G1<br />
</span><span style="font-size: 10pt; font-family: helvetica;">https://g1.globo.com/economia/noticia/2021/11/20/metade-dos-reajustes-salariais-negociados-ate-outubro-nao-repoe-a-inflacao-saiba-como-isso-afetara-2022.ghtml</span></p>
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		<title>Empresa é condenada por recusar retorno de auxiliar de limpeza após alta do INSS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Nov 2021 14:06:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saiu na Imprensa]]></category>
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					<description><![CDATA[Considerada inapta pelo médico da empresa, ela ficou na situação conhecida como “limbo jurídico-previdenciário” A Subseção I Especializada em Dissídios Individuais (SDI-1) do Tribunal Superior do Trabalho condenou a Green Tech Serviços Ltda., de Vitória (ES), a indenizar uma auxiliar de limpeza impedida de retornar ao serviço após alta previdenciária. Embora o INSS tivesse confirmado [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin-top: 0px; margin-bottom: 10px; color: #222222; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 22.5px; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: helvetica;"><em style="box-sizing: border-box;">Considerada inapta pelo médico da empresa, ela ficou na situação conhecida como “limbo jurídico-previdenciário”</em></span></p>
<p style="box-sizing: border-box; margin-top: 0px; margin-bottom: 10px; color: #222222; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; line-height: 22.5px; font-size: 15px; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: helvetica;">A Subseção I Especializada em Dissídios Individuais (SDI-1) do Tribunal Superior do Trabalho condenou a Green Tech Serviços Ltda., de Vitória (ES), a indenizar uma auxiliar de limpeza impedida de retornar ao serviço após alta previdenciária. Embora o INSS tivesse confirmado sua aptidão para o trabalho, o serviço médico da empresa declarou que ela estava totalmente inapta. Por maioria, a conduta da empresa de impedir o retorno da trabalhadora, conhecida como “limbo jurídico-previdenciário”, foi considerada ilícita.</span></p>
<h4 style="box-sizing: border-box; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; line-height: initial; color: #222222; margin-top: 10px; margin-bottom: 10px; font-size: 17.5px; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: helvetica;">Sem benefício e sem salário</span></h4>
<p style="box-sizing: border-box; margin-top: 0px; margin-bottom: 10px; color: #222222; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; line-height: 22.5px; font-size: 15px; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: helvetica;">A empregada trabalhava como auxiliar de serviços gerais, fazendo limpeza em ônibus da Vix Logística, e sofreu, em outubro de 2006, fraturas na coluna e nas costas ao escorregar da escada de um ônibus. Com o acidente, passou a receber o benefício previdenciário por um ano, até receber alta pelo INSS. Contudo, ao se submeter a exame médico na Green Tech, o médico constatou incapacidade total para o trabalho.</span></p>
<p style="box-sizing: border-box; margin-top: 0px; margin-bottom: 10px; color: #222222; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; line-height: 22.5px; font-size: 15px; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: helvetica;">Sem conseguir retornar ao trabalho e sem receber salários nem auxílio previdenciário, a auxiliar ajuizou reclamação trabalhista pedindo a condenação da empresa por danos morais. Segundo ela, a empresa deveria pagar seus salários ou remanejá-la para função compatível com seu estado de saúde. </span></p>
<h4 style="box-sizing: border-box; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; line-height: initial; color: #222222; margin-top: 10px; margin-bottom: 10px; font-size: 17.5px; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: helvetica;">Condições de trabalho</span></h4>
<p style="box-sizing: border-box; margin-top: 0px; margin-bottom: 10px; color: #222222; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; line-height: 22.5px; font-size: 15px; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: helvetica;">Em sua defesa, a empresa disse que não teve culpa pelo acidente. Sustentou que oferecia ótimas condições de trabalho, com observância de normas de saúde e segurança, e que o acidente ocorrera por culpa exclusiva da auxiliar, que fora negligente.</span></p>
<h4 style="box-sizing: border-box; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; line-height: initial; color: #222222; margin-top: 10px; margin-bottom: 10px; font-size: 17.5px; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: helvetica;">Responsabilidade </span></h4>
<p style="box-sizing: border-box; margin-top: 0px; margin-bottom: 10px; color: #222222; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; line-height: 22.5px; font-size: 15px; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: helvetica;">Ao julgar o caso em agosto de 2013, o Tribunal Regional do Trabalho da 17ª Região (ES) condenou a Green Tech ao pagamento de indenização por danos morais de R$ 10 mil. Para o TRT, a conduta do empregador de não permitir o retorno da empregada ao trabalho após a alta previdenciária “demonstrou intolerável indiferença com as consequências daí advindas, impingindo sofrimento íntimo”. </span></p>
<p style="box-sizing: border-box; margin-top: 0px; margin-bottom: 10px; color: #222222; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; line-height: 22.5px; font-size: 15px; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: helvetica;">O Tribunal Regional ressaltou que, se o contrato de trabalho da auxiliar não mais estava suspenso, diante da decisão do INSS que atestou a sua aptidão, “era responsabilidade da empresa oferecer trabalho, com os respectivos salários, pelo menos no período estabilitário”.</span></p>
<h4 style="box-sizing: border-box; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; line-height: initial; color: #222222; margin-top: 10px; margin-bottom: 10px; font-size: 17.5px; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: helvetica;">Dever de cautela</span></h4>
<p style="box-sizing: border-box; margin-top: 0px; margin-bottom: 10px; color: #222222; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; line-height: 22.5px; font-size: 15px; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: helvetica;">A decisão foi reformada pela Sexta Turma do TST, que entendeu que a empresa não poderia permitir o retorno de empregada que não tinha condições para isso, sob pena de violar normas de saúde e segurança. Para a Turma, a atitude demonstrou dever de cautela. </span></p>
<h4 style="box-sizing: border-box; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; line-height: initial; color: #222222; margin-top: 10px; margin-bottom: 10px; font-size: 17.5px; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: helvetica;">Sofrimento presumido</span></h4>
<p style="box-sizing: border-box; margin-top: 0px; margin-bottom: 10px; color: #222222; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; line-height: 22.5px; font-size: 15px; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: helvetica;">Para o relator dos embargos da auxiliar à SDI-1, ministro Breno Medeiros, a conduta da empresa, ao impedir seu retorno ao trabalho e, consequentemente, inviabilizar o pagamento de salário, mesmo após a alta previdenciária, se mostrou ilícita. “O sofrimento resultante da atitude abusiva da empregadora, ao sonegar direitos básicos do trabalhador, independe de comprovação fática do abalo moral. Ele é presumido em razão do próprio fato”, afirmou.</span></p>
<p style="box-sizing: border-box; margin-top: 0px; margin-bottom: 10px; color: #222222; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; line-height: 22.5px; font-size: 15px; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: helvetica;">Por maioria, o colegiado acolheu os embargos e restabeleceu a condenação. Ficaram vencidos os ministros Alexandre Ramos, Maria Cristina Peduzzi, Dora Maria da Costa e Caputo Bastos.  </span></p>
<p style="box-sizing: border-box; margin-top: 0px; margin-bottom: 10px; color: #222222; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; line-height: 22.5px; font-size: 15px; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: helvetica;">(RR/CF)</span></p>
<p style="box-sizing: border-box; margin-top: 0px; margin-bottom: 10px; color: #222222; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; line-height: 22.5px; font-size: 15px; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: helvetica;">Processo: <a style="box-sizing: border-box; background-color: transparent; color: #0077b3; font-weight: inherit;" href="http://aplicacao4.tst.jus.br/consultaProcessual/consultaTstNumUnica.do?consulta=Consultar&amp;conscsjt=&amp;numeroTst=51800&amp;digitoTst=33&amp;anoTst=2012&amp;orgaoTst=5&amp;tribunalTst=17&amp;varaTst=0007&amp;submit=Consultar" target="_blank" rel="noopener" data-senna-off="true">E-ED-RR-51800-33.2012.5.17.0007</a></span></p>
<p style="box-sizing: border-box; margin-top: 0px; margin-bottom: 10px; color: #222222; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; line-height: 22.5px; font-size: 15px; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: helvetica;">a fonte.</span></p>
<p style="box-sizing: border-box; margin-top: 0px; margin-bottom: 10px; color: #222222; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; line-height: 22.5px; font-size: 15px; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: helvetica;">Secretaria de Comunicação Social</span><br style="box-sizing: border-box;" /><span style="font-size: 10pt; font-family: helvetica;"><a style="box-sizing: border-box; background-color: transparent; color: #0077b3; font-weight: inherit;" href="http://www.tst.jus.br/" target="_blank" rel="noopener" data-senna-off="true">Tribunal Superior do Trabalho</a></span></p>
<p style="box-sizing: border-box; margin-top: 0px; margin-bottom: 10px; color: #222222; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: helvetica;"><a style="box-sizing: border-box; background-color: transparent; color: #2d378f;" href="http://www.tst.jus.br/web/guest/-/empresa-%C3%A9-condenada-por-recusar-retorno-de-auxiliar-de-limpeza-ap%C3%B3s-alta-do-inss">http://www.tst.jus.br/web/guest/-/empresa-%C3%A9-condenada-por-recusar-retorno-de-auxiliar-de-limpeza-ap%C3%B3s-alta-do-inss</a></span></p>
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		<title>Novembro Azul</title>
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		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Nov 2021 20:50:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias Sindicais]]></category>
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					<description><![CDATA[]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" class="alignleft size-full wp-image-6753" src="https://sintracomlondrina.com.br/wp-content/uploads/2021/11/novembroazulsintracomlondrina.png" alt="" width="1324" height="993" srcset="https://sintracomlondrina.com.br/wp-content/uploads/2021/11/novembroazulsintracomlondrina.png 1324w, https://sintracomlondrina.com.br/wp-content/uploads/2021/11/novembroazulsintracomlondrina-300x225.png 300w, https://sintracomlondrina.com.br/wp-content/uploads/2021/11/novembroazulsintracomlondrina-1024x768.png 1024w, https://sintracomlondrina.com.br/wp-content/uploads/2021/11/novembroazulsintracomlondrina-768x576.png 768w, https://sintracomlondrina.com.br/wp-content/uploads/2021/11/novembroazulsintracomlondrina-1080x810.png 1080w" sizes="(max-width: 1324px) 100vw, 1324px" /></p>
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		<title>Empresa de Goiás é condenada por anotar número de processo trabalhista na CTPS do trabalhador</title>
		<link>https://sintracomlondrina.com.br/empresa-de-goias-e-condenada-por-anotar-numero-de-processo-trabalhista-na-ctps-do-trabalhador/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Nov 2021 18:36:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Saiu na Imprensa]]></category>
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					<description><![CDATA[Decisão foi embasada em jurisprudência do TST O Tribunal Regional do Trabalho da 18ª Região (GO) manteve a condenação de uma empresa de ônibus que registrou na CTPS do trabalhador o número do processo trabalhista em que figurou como parte ré. A empresa terá que pagar R$ 5 mil ao ex-motorista por anotação desabonadora, conforme [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14px;"><em>Decisão foi embasada em jurisprudência do TST</em></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14px;">O Tribunal Regional do Trabalho da 18ª Região (GO) manteve a condenação de uma empresa de ônibus que registrou na CTPS do trabalhador o número do processo trabalhista em que figurou como parte ré. A empresa terá que pagar R$ 5 mil ao ex-motorista por anotação desabonadora, conforme decisão da Segunda Turma.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14px;">A empresa alegou no recurso que atendendo à determinação do juízo de primeiro grau fez a reintegração do empregado e que, na anotação da CTPS, fez referência ao processo com o intuito de justificar a baixa e posterior admissão do motorista na mesma empresa. Embora haja a alegação de que não houve intenção de prejudicar o trabalhador, a relatora do processo, desembargadora Kathia Bomtempo, entendeu que o registro foi desnecessário e abusivo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14px;">Para a relatora, esse tipo de conduta constitui ato desabonador e implica lesão ao patrimônio moral do empregado, podendo resultar em prejuízos claros como a restrição de oportunidades de empregos futuros. A decisão destacou o art. 29 da CLT que veda ao empregador efetuar anotações desabonadoras à conduta dos empregados em suas carteiras de trabalho.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14px;">A desembargadora frisou que a vida profissional do empregado fica maculada com esse tipo de registro na CTPS e os transtornos decorrentes são de natureza íntima. Destacou que, por tratar-se de dano decorrente do próprio fato, não há necessidade de prova de prejuízo concreto. “A tutela jurídica, neste caso, incide sobre um interesse imaterial (art. 1º, III, da CF). Desse modo, é procedente o pedido de indenização por danos morais”, afirmou.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14px;">A relatora relacionou ainda decisões recentes do Tribunal Superior do Trabalho (TST) que evidenciam o prejuízo ao trabalhador com registros similares na CTPS. Além do registro claro do número do processo, como na decisão em questão, anotações como as que expressam que o registro é em decorrência de decisão judicial ou que registram atestados médicos na carteira de trabalho, por exemplo, também têm gerado condenações às empresas nos processos trabalhistas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14px;">Fonte: <a href="https://www.trt18.jus.br/portal/anotacao-ctps/" target="_blank" rel="noopener" data-senna-off="true">TRT da 18ª Região (GO)</a></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14px;"><a href="https://www.csjt.jus.br/web/csjt/noticias3/-/asset_publisher/RPt2/content/id/9702734">https://www.csjt.jus.br/web/csjt/noticias3/-/asset_publisher/RPt2/content/id/9702734</a></span></p>
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		<item>
		<title>Presidente do Sintracom Londrina em negociação do Piso Mínimo Regional</title>
		<link>https://sintracomlondrina.com.br/seminario-em-curitiba-marca-centenario-da-oit/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Nov 2021 03:00:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias Sindicais]]></category>
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					<description><![CDATA[Grupo de Trabalho que define reajuste iniciou as negociações O presidente do Sintracom Londrina e da NCST/PR, Denílson Pestana da Costa, junto com os demais representantes das centrais sindicais, do patronato e do Governo do Estado participou nesta quarta-feira (03) a segunda reunião do Grupo de Trabalho que discute as regras de correção do Salário [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="font-weight: 400; text-align: justify;">Grupo de Trabalho que define reajuste iniciou as negociações</p>
<p style="font-weight: 400; text-align: justify;">O presidente do Sintracom Londrina e da NCST/PR, Denílson Pestana da Costa, junto com os demais representantes das centrais sindicais, do patronato e do Governo do Estado participou nesta quarta-feira (03) a segunda reunião do Grupo de Trabalho que discute as regras de correção do Salário Mínimo Regional.</p>
<p style="font-weight: 400; text-align: justify;">No primeiro encontro realizado dia 25/10, a representação dos trabalhadores e trabalhadoras deixou clara sua posição: não aceita retrocessos na valorização.</p>
<p style="font-weight: 400; text-align: justify;">Neste segundo encontro do GT (Grupo de Trabalho) Piso Regional, as Centrais Sindicais apresentaram a proposta (jan/2022 &#8211; INPC 2021 + 50% PIB 2019 e jan/2023 &#8211; INPC 2022 + PIB 2021) e cobraram a criação do fórum sobre atos antissindicais. A bancada do governo cobrou contraproposta da bancada patronal,que informou que não tinha proposta de consenso, mas chegou a mencionar a possibilidade de não ter reajuste em jan/2022.</p>
<p style="font-weight: 400; text-align: justify;">O economista do Dieese-PR, Sandro Silva, destacou a importância da definição de uma data limite para aprovação da negociação. “É preciso estabelecer esses limites e não ficar no afogadilho. Um reajuste correto, com valorização, será importante não apenas para os trabalhadores e trabalhadoras, mas também para toda a economia, uma vez que são injetados milhões para circular em um ambiente que hoje carece de recursos”, analisou.</p>
<p style="font-weight: 400; text-align: justify;">A expectativa é que na próxima reunião, dia 08 de novembro, a negociação avance a partir da proposta apresentada em conjunto pelas centrais sindicais.</p>
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		<title>Outubro Rosa Sintracom Londrina</title>
		<link>https://sintracomlondrina.com.br/outubro-rosa-sintracom-londrina/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Oct 2021 03:00:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias Sindicais]]></category>
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					<description><![CDATA[CANCER DE MAMA. INFORMAÇÃO É PREVENÇÃO! O câncer de mama é uma doença causada pela multiplicação desordenada de celular anormais da mama que formam um tumor com potencial de invadir outros órgãos. Há vários tipos de câncer de mama. Alguns têm desenvolvimento rápido, enquanto outros crescem lentamente. A maioria dos casos, quando tratados adequadamente e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">CANCER DE MAMA. INFORMAÇÃO É PREVENÇÃO!</p>
<p>O câncer de mama é uma doença causada pela multiplicação desordenada de celular anormais da mama que formam um tumor com potencial de invadir outros órgãos. Há vários tipos de câncer de mama. Alguns têm desenvolvimento rápido, enquanto outros crescem lentamente. A maioria dos casos, quando tratados adequadamente e em tempo oportuno, podem ser curados. O câncer de mama também acomete os homens, porém é raro, representando apenas 1% do total de casos da doença.</p>
<p style="text-align: justify;">SINTOMAS<br />
O câncer de mama pode ser percebido em fases inicias e na maioria dos casos o diagnóstico precoce aumenta as chances de cura. Alguns sintomas quando percebidos devem ser avaliados :</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Nódulo palpável<br />
&#8211; Alteração na pele<br />
&#8211; Inversão de mamilos ou secreção saindo dos mamilos<br />
&#8211; Vermelhidão na pele<br />
&#8211; Aparecimento de irregularidades na pele da mama<br />
&#8211; Sensação de nódulo aumentado na axila.</p>
<p style="text-align: justify;">CAUSAS</p>
<p>O câncer de mama não tem causa única. Diversos fatores aumentam as chances de surgimento da doença, são eles: idade, fatores endócrinos, história<br />
reprodutiva, fatores genéticos, hereditários, consumo demasiado de bebida alcoólica, entre outros.</p>
<p style="text-align: justify;">Exames de rotina ou complementares são realizados para uma detecção precoce da doença:</p>
<p style="text-align: justify;">-Mamografia (é o exame mais importante para diagnosticar o câncer de<br />
mama precocemente).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Previna-se<br />
Faça o autoexame!</p>
<p><img loading="lazy" class="alignleft size-full wp-image-6744" src="https://sintracomlondrina.com.br/wp-content/uploads/2021/11/Sem-titulo.png" alt="" width="970" height="823" srcset="https://sintracomlondrina.com.br/wp-content/uploads/2021/11/Sem-titulo.png 970w, https://sintracomlondrina.com.br/wp-content/uploads/2021/11/Sem-titulo-300x255.png 300w, https://sintracomlondrina.com.br/wp-content/uploads/2021/11/Sem-titulo-768x652.png 768w" sizes="(max-width: 970px) 100vw, 970px" /></p>
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		<title>Partidos e movimentos defendem taxar grandes fortunas para salvar vidas</title>
		<link>https://sintracomlondrina.com.br/partidos-e-movimentos-defendem-taxar-grandes-fortunas-para-salvar-vidas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2020 11:55:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Saiu na Imprensa]]></category>
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					<description><![CDATA[Recursos seriam utilizados na área da saúde e no combate aos efeitos da pandemia de coronavírus. Além de poder custear políticas econômicas necessárias no período pós-pandemia Partidos de esquerda e movimentos sociais defendem a taxação sobre grandes fortunas como forma de obter recursos para cobrir os gastos de saúde no combate à pandemia de coronavírus. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt; font-family: tahoma, arial, helvetica, sans-serif;">Recursos seriam utilizados na área da saúde e no combate aos efeitos da pandemia de coronavírus. Além de poder custear políticas econômicas necessárias no período pós-pandemia</span></p>
<div style="width: 710px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" src="https://www.redebrasilatual.com.br/wp-content/uploads/2020/06/fortuna.jpg" alt="" width="700" height="440" /><p class="wp-caption-text">Pandemia exacerbou as desigualdades sociais no Brasil</p></div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">
<p><span style="font-size: 12pt; font-family: tahoma, arial, helvetica, sans-serif;">Partidos de esquerda e movimentos sociais defendem a taxação sobre grandes fortunas como forma de obter recursos para cobrir os gastos de saúde no combate à pandemia de coronavírus. Os recursos também serviriam para combater a recessão econômica no pós-pandemia. Trata-se, ainda, de uma medida de justiça social, já que atual carga tributária pesa mais sobre os mais pobres, agravando as desigualdades no país.</span></p>
<p><span style="font-size: 12pt; font-family: tahoma, arial, helvetica, sans-serif;">A taxação das grandes fortunas está prevista na Constituição, mas nunca foi regulamentada. <a href="https://www.redebrasilatual.com.br/politica/2020/03/projeto-cria-imposto-sobre-grandes-fortunas-para-combater-coronavirus/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="Um dos projetos (abre numa nova aba)">Um dos projetos</a>, apresentado pelo deputado federal Assis Carvalho (PT-PI), prevê alíquota de 0,5% para patrimônios acumulados acima de R$ 5 milhões, podendo chegar a até 5% para fortunas superiores a R$ 40 milhões.</span></p>
<p><span style="font-size: 12pt; font-family: tahoma, arial, helvetica, sans-serif;">“Vai atingir um estrato muito pequeno da população, que possui patrimônio multimilionário, e que hoje paga muito pouco imposto. Na verdade, pagam menos do que aqueles que ganham um, dois ou três salários mínimos”, afirmou o economista Guilherme Mello, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), ao repórter Jô Miyagui, para o <a href="https://www.youtube.com/watch?v=P2eFcU4YQ0w">Seu Jornal</a>, da TVT.</span></p>
<p><strong><span style="font-size: 12pt; font-family: tahoma, arial, helvetica, sans-serif;">Justa e solidária</span></strong></p>
<p><span style="font-size: 12pt; font-family: tahoma, arial, helvetica, sans-serif;">Mello defende ainda outras mudanças, como a revisão da tabela do imposto de renda, a taxação de lucros e dividendos e também sobre heranças. Essa última é uma medida que ele classifica como “liberal”, adotada já há muito tempo nos Estados Unidos e em países da Europa. Essas propostas fazem parte do projeto para uma <a href="https://www.redebrasilatual.com.br/economia/2019/10/oposicao-lanca-proposta-de-reforma-tributaria-solidaria/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="reforma tributária justa e solidária (abre numa nova aba)">reforma tributária justa e solidária</a>, defendida por partidos como PT, PCdoB, PDT, Psol e Rede.</span></p>
<p><strong><span style="font-size: 12pt; font-family: tahoma, arial, helvetica, sans-serif;">Desigualdades</span></strong></p>
<p><span style="font-size: 12pt; font-family: tahoma, arial, helvetica, sans-serif;">Para a diretora-executiva da Oxfam Brasil, Kátia Maia, a taxação sobre grande fortunas é uma medida importante para fortalecer o socorro aos trabalhadores informais<a href="https://www.redebrasilatual.com.br/economia/2020/04/pandemia-ressalta-desigualdade-brasileira-ameaca-emprego/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="impactados pela pandemia (abre numa nova aba)"> afetados pela pandemia</a>. “São pessoas que vivem de trabalhar naquele dia para ganhar o alimento do dia seguinte.” Já o coordenador da Central de Movimentos Populares (CMP), Raimundo Bomfim, defende a urgência da aprovação de medidas como esta. “Não resta dúvida de que vamos entrar numa recessão econômica profunda.”</span></p>
<p><span style="font-size: 12pt; font-family: tahoma, arial, helvetica, sans-serif;"><a href="https://www.redebrasilatual.com.br/economia/2020/06/partidos-e-movimentos-defendem-taxar-grandes-fortunas-para-salvar-vidas/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">RBA, 08 de junho de 2020</a></span></p>
</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;"></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Trabalhadora poderá sacar FGTS devido à calamidade pública</title>
		<link>https://sintracomlondrina.com.br/trabalhadora-podera-sacar-fgts-devido-a-calamidade-publica/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2020 11:52:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Saiu na Imprensa]]></category>
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					<description><![CDATA[Decisão é da 69ª vara do Trabalho de São Paulo. A juíza do Trabalho Patricia Almeida Ramos, da 69ª vara do Trabalho de São Paulo, autorizou saque dos valores concernentes ao FGTS a uma trabalhadora. Para decidir, a magistrada considerou que a legislação trabalhista permite a movimentação em casos de calamidade pública. A trabalhadora ajuizou [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt; font-family: tahoma, arial, helvetica, sans-serif;">Decisão é da 69ª vara do Trabalho de São Paulo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt; font-family: tahoma, arial, helvetica, sans-serif;">A juíza do Trabalho Patricia Almeida Ramos, da 69ª vara do Trabalho de São Paulo, autorizou saque dos valores concernentes ao FGTS a uma trabalhadora. Para decidir, a magistrada considerou que a legislação trabalhista permite a movimentação em casos de calamidade pública.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt; font-family: tahoma, arial, helvetica, sans-serif;"><img src="https://www.globalframe.com.br/gf_base/empresas/MIGA/imagens/CC41F630CDC58252756E571EF4AD4408DEFC_trab.jpg" alt="t" width="680" /></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt; font-family: tahoma, arial, helvetica, sans-serif;">A trabalhadora ajuizou reclamação trabalhista pleiteado a declaração de sua rescisão indireta. Pretendeu, ainda, a liberação dos valore recolhidos em conta-vinculada a título de FGTS, devido à crise econômica instituída pela pandemia da covi-19.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt; font-family: tahoma, arial, helvetica, sans-serif;">Ao analisar o caso, a magistrada considerou que os elementos constantes dos autos não são suficientes para o completo convencimento acerca da pretensão concernente à rescisão indireta do pacto laboral, o qual somente será formado após o regular transcurso dos procedimentos previstos para a ação, inclusive a concessão do contraditório.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt; font-family: tahoma, arial, helvetica, sans-serif;">Sobre o saque do FGTS, na análise da magistrada, o atual cenário de pandemia, impôs ao Governo Federal a edição do decreto 6/20, contexto em que a existência de estado de calamidade pública em todo território nacional é reconhecida.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt; font-family: tahoma, arial, helvetica, sans-serif;">Assim, a magistrada considerou a lei <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l8036consol.htm#:~:text=LEI%20N%C2%BA%208.036%2C%20DE%2011%20DE%20MAIO%20DE%201990.&amp;text=Disp%C3%B5e%20sobre%20o%20Fundo%20de,Art.">8.036/90</a>, que autoriza a movimentação da conta vinculada de trabalhadores residentes em áreas de calamidade pública, como é o caso da trabalhadora. Assim, a magistrada vislumbrou que, neste contexto, é permitida a liberação do FGTS.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt; font-family: tahoma, arial, helvetica, sans-serif;">O advogado Ícaro Alves atuou na causa pela trabalhadora.</span></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li><span style="font-size: 12pt; font-family: tahoma, arial, helvetica, sans-serif;">Processo: 1001325-37.2019.5.02.0069</span></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt; font-family: tahoma, arial, helvetica, sans-serif;">Veja a <a href="https://www.migalhas.com.br/arquivos/2020/6/419FF321B9FD84_FGTS_.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer">decisão</a>.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt; font-family: tahoma, arial, helvetica, sans-serif;"><a href="https://www.migalhas.com.br/quentes/328537/trabalhadora-podera-sacar-fgts-devido-a-calamidade-publica" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Migalhas, 08 de junho de 2020</a></span></p>
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		<title>Auxiliar vai receber pagamento por tempo à disposição para troca de uniforme</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Jun 2020 11:47:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Saiu na Imprensa]]></category>
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					<description><![CDATA[A reforma trabalhista de 2017 promoveu alterações no art. 4º da CLT, disciplinando que o tempo gasto pelo empregado na troca de uniforme somente será considerado tempo extraordinário quando houver obrigatoriedade de realizá-la na empresa. Assim, por unanimidade, a 2ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 18ª Região, em sessão virtual, decidiu reconhecer o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt; font-family: tahoma, arial, helvetica, sans-serif;">A reforma trabalhista de 2017 promoveu alterações no art. 4º da CLT, disciplinando que o tempo gasto pelo empregado na troca de uniforme somente será considerado tempo extraordinário quando houver obrigatoriedade de realizá-la na empresa.</span></p>
<figure style="text-align: justify;">
<p><div style="width: 310px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" src="https://www.conjur.com.br/img/b/frigorifico7.jpeg" alt="" width="300" height="225" /><p class="wp-caption-text">Funcionária irá receber por tempo à disposição para troca de uniforme Reprodução</p></div><figcaption></figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt; font-family: tahoma, arial, helvetica, sans-serif;">Assim, por unanimidade, a 2ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 18ª Região, em sessão virtual, decidiu reconhecer o direito de uma auxiliar de produção que ficava à disposição de uma indústria alimentícia no interior de Goiás para troca de uniforme.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt; font-family: tahoma, arial, helvetica, sans-serif;">Com a decisão, a trabalhadora terá direito a pagamento de horas extras relativos a 18,5 minutos por dia de trabalho e seus reflexos nas verbas trabalhistas como aviso prévio, férias e 13º salário.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt; font-family: tahoma, arial, helvetica, sans-serif;">Segundo os autos, a trabalhadora permanecia diariamente à disposição da empresa por 30 minutos antes do início e ao fim da jornada de trabalho para efetuar a troca de uniforme e higienização obrigatórias devido às exigências sanitárias.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt; font-family: tahoma, arial, helvetica, sans-serif;">A indústria requerida alegou que a troca de uniforme era realizada em poucos minutos e que a higienização pessoal era realizada em benefício próprio da trabalhadora.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt; font-family: tahoma, arial, helvetica, sans-serif;">Ao analisar o caso, o relator, desembargador Geraldo Rodrigues, observou que o contrato da auxiliar foi entre abril de 2018 a maio de 2019. A partir disso, ele destacou que a reforma trabalhista de 2017 promoveu algumas alterações no art. 4º da CLT, disciplinando que o tempo despendido pelo empregado na troca de uniforme somente será considerado tempo extraordinário quando houver obrigatoriedade de realizá-la na empresa.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt; font-family: tahoma, arial, helvetica, sans-serif;">&#8220;É fato público e notório ser medida obrigatória, na empresa reclamada (frigorífico), a troca de uniforme por questões sanitárias. Em contestação, a reclamada revelou que a higienização das botas e mãos também era imprescindível antes de a empregada adentrar a indústria&#8221;, ponderou o relator.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt; font-family: tahoma, arial, helvetica, sans-serif;">Ele ainda destacou que mesmo que o contrato esteja abarcado pela nova legislação, deve ser considerado como tempo à disposição a atividade despendida pelo empregado na troca de uniforme e na higienização das botas e mãos. O relator explicou que a auxiliar afirma que utilizava 30 minutos nesta atividade, enquanto a empresa contabiliza um tempo médio de 7 minutos. &#8220;Equilibrando ambas as teses, extrai-se a média de 18,5 minutos para as atividades de troca de uniforme e de higienização das botas&#8221;, afirmou.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt; font-family: tahoma, arial, helvetica, sans-serif;">Por fim, o desembargador também considerou que o frigorífico não teria juntado aos autos as normas coletivas e por tal motivo não teria como validar o banco de horas do tempo à disposição, notadamente porquanto tal modalidade de compensação do banco de horas. Geraldo Rodrigues não verificou nos autos o pagamento mensal do tempo à disposição da trabalhadora, havendo registro de pagamento tão somente nos meses de abril e outubro de 2018, e no mês de abril de 2019.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt; font-family: tahoma, arial, helvetica, sans-serif;">Processo 0010501-35.2019.5.18.0191</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt; font-family: tahoma, arial, helvetica, sans-serif;"><a href="https://www.conjur.com.br/2020-jun-06/auxiliar-direito-hora-extra-tempo-troca-uniforme" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Conjur, 08 de junho de 2020</a></span></p>
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