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	<title>Informativos | SINTRACOM LONDRINA - Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção e do Mobiliário de Londrina</title>
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	<description>O Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da  Construção e do Mobiliário de Londrina (Sintracom Londrina) ´e uma entidade Sindical de 1º Grau , reconhecido pelo Ministério do Trabalho, Indústria e Comércio em 21 de agosto de 1968, representando todos os trabalhadores das Indústrias da Construção e do Mobiliário que compõe o 3º grupo do Plano da CNTI – Confederação Nacional dos Trabalhadores na Indústria, em 34 municípios da Região do Norte Pioneiro, representando na atualidade cerca de 10 mil trabalhadores, sendo mais de 8 mil filiados. Ele está localizado na  Rua Sergipe, nº 598 (salas 107 e 108), no centro de Londrina.</description>
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	<title>Informativos | SINTRACOM LONDRINA - Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção e do Mobiliário de Londrina</title>
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		<title>Brasil de Bolsonaro segue sem perspectiva de crescimento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Jun 2019 12:03:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Informativos]]></category>
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					<description><![CDATA[Projeções do PIB caíram pela 16ª vez e governo não tem medidas eficientes tirar o país da recessão, avalia economista Marcio Pochmann. Queda na renda é mais intensa para os mais pobres e os mais ricos estão, de certa maneira, se saindo bem, mais uma vez. &#160; MARCELLO CASAL JR./EBC O crescimento econômico pode ficar [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Roboto;">Projeções do PIB caíram pela 16ª vez e governo não tem medidas eficientes tirar o país da recessão, avalia economista Marcio Pochmann. Queda na renda é mais intensa para os mais pobres e os mais ricos estão, de certa maneira, se saindo bem, mais uma vez.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="content-core" style="text-align: justify;">
<div class="tile-rights"><span style="font-family: Roboto; font-size: 10px;">MARCELLO CASAL JR./EBC</span></div>
<div class="newsImageContainer">
<div style="width: 790px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" src="https://www.redebrasilatual.com.br/wp-content/uploads/2019/06/Crise-econ%C3%B4mica.jpg" alt="" width="780" height="490" /><p class="wp-caption-text">&#8220;Não temos boas notícias nesse sentido do país voltar a crescer, sem ter um plano de emergência que o tire dessa situação que se encontra”, afirma Pochmann</p></div>
<p class="discreet">
</div>
</div>
<div class="post-entry blockquote-style-2" style="text-align: justify;">
<div class="inner-post-entry entry-content textoResponsivo">
<p><span style="font-family: Roboto;">O crescimento econômico pode ficar abaixo de 1% em 2019, de acordo com o mais recente<a href="https://static.poder360.com.br/2019/06/i%CC%81ntegra.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Boletim Focus</a>, levantamento do Banco Central com instituições financeiras, divulgado toda segunda-feira. Com o pior resultado do Produto Interno Bruto (PIB) publicado neste ano, as projeções mostram uma redução do indicador de 1% para 0,93%, apontando para um quadro de recessão cada vez mas profundo e grave.</span></p>
<p><span style="font-family: Roboto;">Essa 16ª queda consecutiva revela o nível da situação fiscal do Brasil que, na análise do professor do Instituto de Economia e pesquisador do Centro de Estudos Sindicais e de Economia do Trabalho da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) Marcio Pochmann. Ele não vê quaisquer indícios de melhora diante da <a href="https://www.redebrasilatual.com.br/economia/2019/05/falta-de-estrategia-do-governo-impede-o-brasil-de-superar-a-recessao/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">falta de política econômicas</a> por parte do <a href="https://www.redebrasilatual.com.br/economia/2019/06/sem-investimento-parques-industriais-governo-bolsonaro/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">governo Bolsonaro</a>.”Lamentavelmente, nós não temos boas notícias nesse sentido do país voltar a crescer sem ter um plano de emergência que o tire dessa situação que se encontra”, afirma.</span></p>
<p><span style="font-family: Roboto;">Em entrevista aos jornalistas Marilu Cabanãs e Glauco Faria, da <a href="https://www.redebrasilatual.com.br/radio/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Rádio Brasil Atual</strong></a>, o economista analisa o quadro de recessão brasileira, que considera estar sendo agravado com o desmonte do BNDES e a<a href="https://www.redebrasilatual.com.br/politica/2019/06/demissao-de-levy-radicalizacao-do-governo-bolsonaro/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"> recente saída de Joaquim Levy</a> da presidência da instituição. “A expectativa que tem é de uma redução ainda maior do papel do BNDES, praticamente concentrado ao financiamento da privatização, deslocamento do setor produtivo estatal para o setor privado”.</span></p>
<h3><span style="font-family: Roboto;">Confira a entrevista na íntegra</span></h3>
<p><span style="font-family: Roboto;"><strong>Os economistas consultados pelo Banco Central reduziram de 1% para 0,93% a previsão de crescimento do PIB para este ano.  Esse resultado era esperado?</strong></span></p>
<p><span style="font-family: Roboto;">Nós já estamos numa trajetória longa e sem dinamismo econômico. Vamos lembrar que tivemos, em 2015 e 2016, uma queda acentuada da atividade econômica e, 2018, o ano que o presidente (Michel) Temer encerrou o seu mandato complicado, a economia brasileira estava 5% menor do que havia sido em 2014.</span></p>
<p><span style="font-family: Roboto;">Se nós considerarmos que nesse período de 2015 a 2018 a população brasileira cresceu cerca de 3%, podemos dizer que a renda dos brasileiros, em média, caiu 8% nesse período de 2015 a 2018. E claro, infelizmente, a renda no Brasil não é distribuída igualmente, se a gente for olhar do ponto de vista da distribuição por níveis de pobreza e riqueza, de 2015 para cá, nós temos praticamente entre aqueles que são os 10% mais ricos do país, um acréscimo de 6 pontos percentuais na sua participação na renda nacional, enquanto que os 50% mais pobres perderam quase 40% da sua participação.</span></p>
<p><span style="font-family: Roboto;">Então, temos uma queda na renda per capita, mas ela é mais intensa para os mais pobres, enquanto os mais ricos estãos de certa maneira, se saindo bem, mais uma vez, num período de baixo dinamismo da economia nacional.</span></p>
<p><span style="font-family: Roboto;"><strong>Qual a sua análise sobre a demissão do presidente do BNDES, Joaquim Levy, e a forma como o presidente Bolsonaro falava do ex-funcionário? Nesse sentido, como você avalia a substituição por Gustavo Montezano?</strong></span></p>
<p><span style="font-family: Roboto;">Talvez seja bom recordar que os governos do PT, de certa maneira, recuperaram a trajetória do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social, voltado justamente para o estímulo, o desenvolvimento, a expansão dos setores produtivos, das empresas, uma certa regulação com as pequenas empresas e até mesmo em relação à questão ambiental.</span></p>
<p><span style="font-family: Roboto;">Infelizmente, desde 2016 o BNDES vem perdendo essa trajetória, se tornando cada mais vez um banco pequeno, sem grande motivação em relação à retomada do desenvolvimento e praticamente se transformando em um banco voltado à privatização. A ascensão do governo Bolsonaro veio acompanhada de um conjunto de técnicos e personagens comprometidos com o setor financeiro, cujo objetivo é deslocar o setor produtivo estatal e os bancos públicos para o setor privado.</span></p>
<p><span style="font-family: Roboto;">O Levy, que é de certa forma um funcionário público, vinculado ao Banco Mundial e havia prestado serviço aos próprios governo do PT, representava uma certa resistência a essa perspectiva de fazer com que o BNDES fosse apenas e tão somente um banco de motivação à privatização.</span></p>
<p><span style="font-family: Roboto;">E, nesse sentido, essa resistência praticamente caiu por terra com sua demissão pelo presidente Bolsonaro. Esse novo presidente (Gustavo) é muito novo inclusive, mas vinculado a esse processo de bancos privados, ao processo de financeirização. Portanto, a expectativa que se tem é de uma redução ainda maior do papel do BNDES, praticamente concentrado ao financiamento da privatização, e deslocamento do setor produtivo estatal para o setor privado.</span></p>
<p><span style="font-family: Roboto;"><strong>Você dizia que a crise econômica mundial de 2008 a 2009 era a primeira vez que o país passava por um período de estagnação sem que os mais pobres fossem prejudicados. Isso foi possível pela atuação dos agentes do Estado, inclusive bancos públicos e a Petrobras. Hoje a gente tem um quadro de recessão, em que muitos já entendem como um quadro de depressão econômica. E existe esse discurso do ajuste fiscal. É possível conciliar ajuste fiscal, ou seja, uma política pró-cíclica em um quadro de recessão, quase depressão, como esse?</strong></span></p>
<p><span style="font-family: Roboto;">Nós não temos a experiência internacional em que as finanças públicas tenham sido solucionadas quando coincidem com a recessão e a queda do nível de atividade porque, de certa forma, a receita do Estado está diretamente relacionada ao nível de produção: se a produção não cresce, a receita não aumenta.</span></p>
<p><span style="font-family: Roboto;">Não há experiência internacional que revele a possibilidade de você reduzir o gasto na mesma velocidade que se reduz a receita em função da recessão. Portanto, é natural que as finanças se desorganizem com a queda na atividade econômica. A trajetória que o Brasil vem seguindo nos últimos anos não aponta para a volta do crescimento, tampouco a resolução dos problemas fiscais.</span></p>
<p><span style="font-family: Roboto;">O Brasil hoje está em situação fiscal pior do que estava quatro, cinco anos atrás, embora o discurso dos ministros da Economia, da Fazenda e do próprio presidente tenha sido aquele de que a situação vai melhorar. Mas, lamentavelmente, nós não temos boas notícias nesse sentido, de o país voltar a crescer sem ter um plano de emergência que o tire dessa situação que se encontra.</span></p>
<p><span style="font-family: Roboto;">Infelizmente, o segundo semestre deste ano será pior que o primeiro, sem dinamismo na economia, sem estímulo por parte do governo. Note que nós estamos caminhando para o sexto  mês de gestão Bolsonaro e não há um personagem desse governo que anime a atividade econômica com informações de que o governo vai de certa maneira apostar no crescimento e estimular a economia.</span></p>
<p><span style="font-family: Roboto;">O que nós temos visto recorrentemente é um discurso de compressão ainda maior do Estado e sem possibilidade de o país voltar a crescer. É um quadro gravíssimo, infelizmente, e as boas notícias para a sociedade não são possíveis de se ver no quadro atual.</span></p>
<p><span style="font-family: Roboto;"><strong>Sobre esse plano de emergência, a única coisa que o governo afirma que vai melhorar a economia do país é a reforma da Previdência. </strong></span></p>
<p><span style="font-family: Roboto;">De fato, esse tem sido um recurso recorrente, assim como foi usado anteriormente para a realização de outras mudanças. Vamos lembrar que ainda no governo Temer foi generalizado para a sociedade que se houvesse a aprovação da Emenda Constitucional 95 – que praticamente congela os gastos não financeiros por parte do governo –, que se o Brasil fizesse essa ação, o crescimento e a situação social do país melhoraria. Depois, na mesma balada, veio o discurso de que, se o Brasil fizesse a reforma Trabalhista, segundo o ministro da Fazenda na época (Henrique Meirelles), o Brasil criaria seis milhões de postos de trabalho.</span></p>
<p><span style="font-family: Roboto;">Nós já percorremos esses mesmos discursos sem nenhuma mudança do ponto de vista prático e, agora novamente, se usa a mesma justificativa – de que se fizer a reforma Previdenciária, o Brasil sairá da situação que se encontra – mas, lamentavelmente, não há estudos que confirmem essa perspectiva.</span></p>
<p><span style="font-family: Roboto;">A própria Organização Internacional do Trabalho (OIT) demonstrou, acompanhando as mudanças previdenciárias em outros países, que não há saídas quando a escolha é pela privatização da aposentadoria e pensões públicas e mesmo a introdução de novos regimes como esse chamado de capitalização. Infelizmente, o Brasil está caminhando no sentido equivocado.</span></p>
<p><span style="font-family: Roboto;"><strong>E com relação ao Fundo Amazônia? Alemanha e Noruega se colocaram contra a proposta de mudança do governo brasileiro para esse fundo em relação ainda ao BNDES. Isso é preocupante para a manutenção dos recursos?</strong></span></p>
<p><span style="font-family: Roboto;">A existência desse fundo, gerido pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Social, é uma experiência bastante exitosa, construída durante os governos do PT, em parceira com outros países. E o objetivo justamente era criar condições melhores para que pudessem manter a identidade e a sustentabilidade ambiental numa região tão importante para o mundo todo, como é a região amazônica.</span></p>
<p><span style="font-family: Roboto;">Lamentavelmente, a orientação do <a href="https://www.redebrasilatual.com.br/destaques/2019/06/em-cinco-meses-governo-bolsonaro-atende-conjunto-da-pauta-ruralista/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">ministro do Meio Ambiente</a>, em parceria com o próprio BNDES, está se desfazendo justamente dessas perspectiva. É uma reação dos países em relação ao que está sendo feito no Brasil. Possivelmente nós podemos até perder inclusive esse recurso internacional tão importante, sobretudo no momento atual, para uma ação afirmativa e positiva em relação ao problema grave ambiental no Brasil.</span></p>
</div>
</div>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Roboto;"><a href="https://www.redebrasilatual.com.br/economia/2019/06/sem-plano-economico-brasil-de-bolsonaro-segue-sem-perspectiva-de-crescimento/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">RBA, 24 de junho de 2019</a></span></p>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>Professora municipal tem direito a incorporar gratificação recebida por dez anos descontínuos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Jun 2019 11:25:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Informativos]]></category>
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					<description><![CDATA[A incorporação visa garantir a estabilidade financeira. Uma professora do município de Mogi Mirim (SP) teve reconhecido o direito à incorporação de função gratificada exercida por mais de dez anos de forma não contínua. A Terceira Turma do Tribunal Superior do Trabalho fundamentou a decisão no princípio da estabilidade financeira, que protege o empregado de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: 12pt; font-family: tahoma, arial, helvetica, sans-serif;">A incorporação visa garantir a estabilidade financeira.</span></p>
<p><span style="font-size: 12pt; font-family: tahoma, arial, helvetica, sans-serif;">Uma professora do município de Mogi Mirim (SP) teve reconhecido o direito à incorporação de função gratificada exercida por mais de dez anos de forma não contínua. A Terceira Turma do Tribunal Superior do Trabalho fundamentou a decisão no princípio da estabilidade financeira, que protege o empregado de eventual supressão da gratificação, a fim de evitar a redução salarial e a queda no seu poder aquisitivo.</span></p>
<p><strong><span style="font-size: 12pt; font-family: tahoma, arial, helvetica, sans-serif;">Funções gratificadas</span></strong></p>
<p><span style="font-size: 12pt; font-family: tahoma, arial, helvetica, sans-serif;">A professora informou, na reclamação trabalhista, que fora contratada por concurso público e que, por mais de dez anos, sua remuneração havia sido composta do salário-base acrescido de vantagens pessoais, entre elas diversas funções gratificadas que exercera no período. Após ser exonerada da última função, deixou de receber o valor correspondente à gratificação.</span></p>
<p><strong><span style="font-size: 12pt; font-family: tahoma, arial, helvetica, sans-serif;">Cargos em comissão</span></strong></p>
<p><span style="font-size: 12pt; font-family: tahoma, arial, helvetica, sans-serif;">O município, em sua defesa, sustentou que, durante cinco anos, a professora havia exercido cargos em comissão, que não poderiam ser confundidos com funções gratificadas e não poderiam ser computados para alcançar o período que daria direito à incorporação.</span></p>
<p><span style="font-size: 12pt; font-family: tahoma, arial, helvetica, sans-serif;">O Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região (Campinas/SP) manteve a sentença em que se havia indeferido o pedido à incorporação, ao acolher os argumentos do município. Segundo o TRT, de acordo com a legislação municipal, a gratificação de função é paga ao servidor do quadro efetivo pelo exercício de atividades de maior complexidade e responsabilidade, e o cargo em comissão pode ser exercido por qualquer um que preencha os requisitos mínimos para tanto, independentemente de fazer parte do quadro do Município, mediante nomeação por ato do prefeito. Trata-se, assim, de posto de livre provimento e exoneração.</span></p>
<p><strong><span style="font-size: 12pt; font-family: tahoma, arial, helvetica, sans-serif;">Estabilidade financeira</span></strong></p>
<p><span style="font-size: 12pt; font-family: tahoma, arial, helvetica, sans-serif;">O relator do recurso de revista da professora, ministro José Roberto Pimenta, explicou que o TRT contrariou o entendimento pacificado pelo TST no item I da <a href="http://www3.tst.jus.br/jurisprudencia/Sumulas_com_indice/Sumulas_Ind_351_400.html#SUM-372" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Súmula 372</a>, apesar de reconhecer que a empregada havia recebido pelo exercício de função gratificada ou pelo exercício de cargo em comissão por mais de dez anos. De acordo com o relator, em observância ao princípio da estabilidade financeira, o fato de o empregado não ter recebido a gratificação de forma contínua não é suficiente para afastar o direito à incorporação. Desde que tenha sido paga por mais de dez anos, a parcela se incorpora aos salários no valor equivalente à média atualizada dos últimos dez anos.</span></p>
<p><span style="font-size: 12pt; font-family: tahoma, arial, helvetica, sans-serif;">A decisão foi unânime.</span></p>
<p><span style="font-size: 12pt; font-family: tahoma, arial, helvetica, sans-serif;">(DA/CF)</span></p>
<p><span style="font-size: 12pt; font-family: tahoma, arial, helvetica, sans-serif;">Processo: <a href="http://aplicacao4.tst.jus.br/consultaProcessual/consultaTstNumUnica.do?consulta=Consultar&amp;conscsjt=&amp;numeroTst=12438&amp;digitoTst=91&amp;anoTst=2016&amp;orgaoTst=5&amp;tribunalTst=15&amp;varaTst=0022&amp;submit=Consultar" target="_blank" rel="noopener noreferrer">RR-12438-91.2016.5.15.0022</a></span></p>
<p><a href="http://www.tst.jus.br/web/guest/noticias/-/asset_publisher/89Dk/content/professora-municipal-tem-direito-a-incorporar-gratificacao-recebida-por-dez-anos-descontinuos?inheritRedirect=false&amp;redirect=http%3A%2F%2Fwww.tst.jus.br%2Fweb%2Fguest%2Fnoticias%3Fp_p_id%3D101_INSTANCE_89Dk%26p_p_lifecycle%3D0%26p_p_state%3Dnormal%26p_p_mode%3Dview%26p_p_col_id%3Dcolumn-1%26p_p_col_pos%3D2%26p_p_col_count%3D5" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="font-size: 12pt; font-family: tahoma, arial, helvetica, sans-serif;">TST, 19 de junho de 2019</span></a></p>
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